E a gente era obrigado a ser feliz

Quando eu era criança, achava que ela era minha mãe. Talvez eu tivesse sido adotada, e tivesse duas mães. Cresci e descobri que ela era mesmo minha tia. Legítima no agir, legítima no amor. Minhas melhores férias foram na casa dela. Em casa, eu tinha nojo da nata do leite, dormia cedo e brincava de …

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